sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A primeira Barbie a gente nunca esquece

Hoje, sexta-feira, dia 19 de novembro de 2010, Dia da Bandeira, parecia ser mais um dia comum, sem novidades, mas de repente uma simples ligação muda meu final de semana e quiçá minha vida.

Quem me conhece sabe o quanto queria ter uma Barbie Jornalista e que pediria de Natal para meus pais, mas isso era um plano somente para o próximo mês. Mas ao ligar na Doce Lar Presentes para saber se chegaria, eis à surpres, a bela loira que já completou cinco décadas estava me aguardando.

Não podia sair para buscá-la, mas a emoção de “possui - lá” era maior e pedi para um amigo fazer essa gentileza, mesmo não me aguentando de ansiedade, tive que esperar longos dez minutos até que o embrulho chegasse em minhas mãos.

Quando abri o pacote foi uma emoção única, que nunca havia sentido antes, já que nunca tive uma Barbie kkkk, mas olhar para aquela boneca tão desejada pelas meninas com a mesma profissão que a minha, foi demais.

Apresentei a bela para todos do meu trabalho como minha filha, ainda sem nome, mas o difícil será chegar em casa aos 30 anos com uma Barbie, ou melhor, minha primeira Barbie. Qual será a reação dos meus pais e irmãos?

Como tudo em nossa vida, a primeira vez a gente nunca esquece e com a minha Barbie, Jornalista, não será diferente. Com essa nova "aquisição" aprendi que vale à pena esperar para ter o que se deseja, mesmo que demore décadas, um dia chega.

Queria nesse momento encontrar minhas amigas de infância para brincar com elas de Barbie, demorou, mas agora tenho a minha. Se elas quiserem brincar eu empresto, desde que lavem a mão antes, kkkkkkkkkkk coisas de crianças.

Beijos a todos, bom final de semana.



terça-feira, 16 de novembro de 2010

Estado Civil? SOLTEIRA, por quê?

Quantas vezes por dia, semana, mês e ano ouvimos essa pergunta: Estado Civil? Daí, vamos com nossa boa vontade e falamos a verdade, SOLTEIRA. Nesse momento parece que tudo muda e nos olhares a pergunta que não quer calar, como assim solteira ainda?
Por favor, me mostrem onde está escrito que temos que casar e, pior, a idade que devemos contrair matrimônio. Ah me poupem com essa demagogia barata de que nossa felicidade está guardada para depois do casamento.
Conheço tantos casais que não podem nem se olhar que já estão brigando. Outros que perderam o respeito e traem como se fosse a situação mais normal do mundo. Mas será que dizer que é casada oferece algum tipo de status, desconto nas compras ou limite no cartão de crédito? Porque se for meu amigo, posso pensar em embarcar nessa.
Para mim o que muda de um estado civil para o outro não são apenas letras, mas famílias, amigos, responsabilidades, respeito, entre outras. Quando paro e penso em casamento, que nunca foi e nem será minha prioridade, acredito que vivemos em uma geração que casamento por amor é coisa de novela e cinema e que por interesse dificilmente dará certo, já que rico só gosta de rico.
Casar ainda jovem é para época dos nossos avós que comiam o “bolo” só depois do casamento. Hoje somos tão práticos, experimentamos vários “bolos”, se gostamos, repetimos, caso contrário, procuramos novas festas, e assim seguimos nossas vidas, sempre adquirindo novas experiências, errando ou acertando, o importante mesmo é viver e ser feliz.
Adoro aquela música que diz “Quem foi que disse que pra ta junto precisa ta perto?”, ela me leva a refletir – quem foi que disse que: precisamos casar para sermos felizes?  ser magras para sermos bonitas?  ler jornal para sermos inteligentes? falar inglês porque os outros falam?. Quem foi que disse que me preocupo com o que acham, ou deixam de achar?. Quando formos questionar alguém do que é ou deixa de ser, a primeira pergunta deve ser: “você é feliz assim?”, se a resposta for sim, pronto, é para isso que viemos para esse mundo louco, para marcarmos nossa passagem, deixando em nosso legado só coisas que consideramos legais.
Enquanto muitos se preocupam com nosso estado civil e a argola no nosso dedo, deveriam se preocupar com o enfeite na testa, que mesmo dizendo que é uma “coisa” que colocaram na sua cabeça, deve doer pacas saber que enquanto se preocupava com o estado civil dos outros, nem sabia qual era o seu. Isso é apenas para refletir, ok?
Nada em particular para os “amigos” que me perguntam se não vou me casar? se ficarei para titia? ou o que quero para meu futuro? Para eles digo apenas que vou continuar estudando e trabalhando para garantir um bom futuro para meu pais. Quanto a marido e filhos, deixo a vida me levar, vida leva eu....