terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Fim da dupla Rick & Renner, choquei !!!

Esta semana, mais precisamente dia 8 de dezembro, fui pega de surpresa com uma notícia que jamais imaginei receber, o fim da dupla sertaneja Rick & Renner.

Na hora foi um choque, pensei comigo, caraka, como pode? eu amo essa dupla assim como milhares de fãs espalhadas por todo Brasil e outros países por onde a dupla passou levando alegria.

Sou fã deles há 12 anos, e em diversas viagens, seguindo a dupla, presenciei inúmeras histórias boas e ruins, mas que para mim foram momentos mágicos que marcaram boa parte da minha vida.

Receber a notícia do fim da dupla foi como se apagassem com uma borracha minha história e, tudo que eu vivi foi apenas um sonho, que não terá replay, ou seja, não irei mais a um show da dupla.

Lembro como se fosse hoje a primeira vez que vi a dupla, em setembro de 1998, na Rádio Vida Nova AM, de Jaboticabal, que emoção. E depois a noite no show, que trazia como carro chefe a música Ela é Demais.

Meses depois num almoço promovido pela rádio Conquista FM, em Ribeirão Preto, e daí veio à decepção de não ser sorteada na promoção para o show em Botucatu, me tirou o sono por vários dias, coisas de fã né.

O último show da dupla aqui em Jaboticabal foi demais, começou com um almoço na casa de uma amiga, futebol à tarde e a noite assistir show do palco, e para recepcioná-los no hotel uma linda faixa dizendo “É sempre mágico o instante em que te encontro”.

Quando me perguntam o show mais marcante, entre tantos, é difícil resumir 12 anos em poucas linhas, mas posso destacar o de Guapiaçu, quando o Rick cantou sozinho, porque o Renner estava se recuperando do trágico acidente que vitimou um casal. E em Guariba, quando fiquei dois anos sem ir aos shows e quando cheguei, fui recebida com muito carinho.

Ainda guardo em casa centenas de fotos, recortes de revistas, pôster que ganhava das lojas e claro os CDs autografados, que eu tanto amo, e que agora ganham um valor sentimental muito maior.

Agora voltando ao assunto da separação, que ainda me dói demais, só quem conhece os bastidores dos shows pode falar algo. Não me sinto no direito de julgar se a atitude do Rick foi certa ou não.

Digo apenas que ele tem competência e talento para continuar carreira solo e que as fãs merecem esse respeito, além da equipe que pelos vários anos de dedicação, não podem simplesmente serem descartados.

Para o Renner desejo boa sorte e ao Rick cada vez mais sucesso, pois ele merece e ressalto que “Mais de mil vez cantarei, que é mágico o instante em que eu te encontro, pois seu sucesso é coisa de Deus”.

Amo demais.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A primeira Barbie a gente nunca esquece

Hoje, sexta-feira, dia 19 de novembro de 2010, Dia da Bandeira, parecia ser mais um dia comum, sem novidades, mas de repente uma simples ligação muda meu final de semana e quiçá minha vida.

Quem me conhece sabe o quanto queria ter uma Barbie Jornalista e que pediria de Natal para meus pais, mas isso era um plano somente para o próximo mês. Mas ao ligar na Doce Lar Presentes para saber se chegaria, eis à surpres, a bela loira que já completou cinco décadas estava me aguardando.

Não podia sair para buscá-la, mas a emoção de “possui - lá” era maior e pedi para um amigo fazer essa gentileza, mesmo não me aguentando de ansiedade, tive que esperar longos dez minutos até que o embrulho chegasse em minhas mãos.

Quando abri o pacote foi uma emoção única, que nunca havia sentido antes, já que nunca tive uma Barbie kkkk, mas olhar para aquela boneca tão desejada pelas meninas com a mesma profissão que a minha, foi demais.

Apresentei a bela para todos do meu trabalho como minha filha, ainda sem nome, mas o difícil será chegar em casa aos 30 anos com uma Barbie, ou melhor, minha primeira Barbie. Qual será a reação dos meus pais e irmãos?

Como tudo em nossa vida, a primeira vez a gente nunca esquece e com a minha Barbie, Jornalista, não será diferente. Com essa nova "aquisição" aprendi que vale à pena esperar para ter o que se deseja, mesmo que demore décadas, um dia chega.

Queria nesse momento encontrar minhas amigas de infância para brincar com elas de Barbie, demorou, mas agora tenho a minha. Se elas quiserem brincar eu empresto, desde que lavem a mão antes, kkkkkkkkkkk coisas de crianças.

Beijos a todos, bom final de semana.



terça-feira, 16 de novembro de 2010

Estado Civil? SOLTEIRA, por quê?

Quantas vezes por dia, semana, mês e ano ouvimos essa pergunta: Estado Civil? Daí, vamos com nossa boa vontade e falamos a verdade, SOLTEIRA. Nesse momento parece que tudo muda e nos olhares a pergunta que não quer calar, como assim solteira ainda?
Por favor, me mostrem onde está escrito que temos que casar e, pior, a idade que devemos contrair matrimônio. Ah me poupem com essa demagogia barata de que nossa felicidade está guardada para depois do casamento.
Conheço tantos casais que não podem nem se olhar que já estão brigando. Outros que perderam o respeito e traem como se fosse a situação mais normal do mundo. Mas será que dizer que é casada oferece algum tipo de status, desconto nas compras ou limite no cartão de crédito? Porque se for meu amigo, posso pensar em embarcar nessa.
Para mim o que muda de um estado civil para o outro não são apenas letras, mas famílias, amigos, responsabilidades, respeito, entre outras. Quando paro e penso em casamento, que nunca foi e nem será minha prioridade, acredito que vivemos em uma geração que casamento por amor é coisa de novela e cinema e que por interesse dificilmente dará certo, já que rico só gosta de rico.
Casar ainda jovem é para época dos nossos avós que comiam o “bolo” só depois do casamento. Hoje somos tão práticos, experimentamos vários “bolos”, se gostamos, repetimos, caso contrário, procuramos novas festas, e assim seguimos nossas vidas, sempre adquirindo novas experiências, errando ou acertando, o importante mesmo é viver e ser feliz.
Adoro aquela música que diz “Quem foi que disse que pra ta junto precisa ta perto?”, ela me leva a refletir – quem foi que disse que: precisamos casar para sermos felizes?  ser magras para sermos bonitas?  ler jornal para sermos inteligentes? falar inglês porque os outros falam?. Quem foi que disse que me preocupo com o que acham, ou deixam de achar?. Quando formos questionar alguém do que é ou deixa de ser, a primeira pergunta deve ser: “você é feliz assim?”, se a resposta for sim, pronto, é para isso que viemos para esse mundo louco, para marcarmos nossa passagem, deixando em nosso legado só coisas que consideramos legais.
Enquanto muitos se preocupam com nosso estado civil e a argola no nosso dedo, deveriam se preocupar com o enfeite na testa, que mesmo dizendo que é uma “coisa” que colocaram na sua cabeça, deve doer pacas saber que enquanto se preocupava com o estado civil dos outros, nem sabia qual era o seu. Isso é apenas para refletir, ok?
Nada em particular para os “amigos” que me perguntam se não vou me casar? se ficarei para titia? ou o que quero para meu futuro? Para eles digo apenas que vou continuar estudando e trabalhando para garantir um bom futuro para meu pais. Quanto a marido e filhos, deixo a vida me levar, vida leva eu.... 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Horário Eleitoral Gratuito

Há cerca de um mês teve início o Horário Eleitoral Gratuito em todo país. Durante cinquenta minutos recebemos um turbilhão de informações de profissionais de diferentes classes, mas todos com boas, ótimas intenções.
Se tudo que dizem, se eleitos, cumprirem viveremos no melhor lugar de todos os planetas, onde não haverá violência, desemprego e analfabetismo, e ainda de consolo receberemos um salário mínimo de R$ 2.500 para suprir nossas necessidades, já pensou nisso?
Pois é, essas belas palavras são ditas diariamente no rádio e na TV por médicos, advogados, radialistas, produtores, apresentadores, empresários, aposentados, atores, cantores, modelos, agressores, frutas, desocupados, religiosos, esportistas e até palhaço, ufa, não consegui classificar todas as profissões, mas dá pra se ter ideia da maravilha que será nosso país com esse mix popular.
Por incrível que pareça ainda me surpreendo a cada dia e custo a acreditar a bagunça que se encontra o nosso país a ponto do horário eleitoral ser mais engraçado do que os programas humorísticos que investem milhões para ter um horário nobre na TV brasileira.
Penso que fosse exigida qualificação mínima para ocuparem cargos políticos, assim como é exigido para nós, pobres brasileiros, ocupar qualquer função, teríamos um país melhor, com pessoas sensatas que apresentassem soluções para salvarmos o Brasil e não ajudar a afundá-lo ainda mais na lama.
A principal solução para vivermos em um país melhor é começar pesquisando o passado dos postulantes ao cargo para votarmos consciente e garantir um futuro melhor para todos nós.
Vamos exigir que as promessas sejam cumpridas e nossos direitos garantidos, se continuarmos votando com prazer, com o lindo pensamento que pior que tá não fica, e que se piorar, você irá chorar largado, porque nenhum voltará para enxugar suas lágrimas.
É o fim mesmo

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Boas vindas!

Sejam bem vindos a este espaço, onde postarei alguns rabiscos da minha vida e deste mundo louco e rápido que vivemos, não desejando mudá-lo, mas sim demonstrá-lo como eu queria que ele fosse.
Escolhi este nome porque assim como o Relicário, que é um objeto onde guardamos o que mais gostamos, este blog tem a mesma função, mas virtualmente. Já borboleta é por significar Liberdade e Renovação, que são os dois objetivos que busco alcançar, todos os dias.
Para quem não me conhece, muito prazer, sou Cátia Ferreira, jaboticabalense, jornalista apaixonada pela profissão e formada pela Uniara, em Araraquara. Atualmente curso Pós-Graduação em Comunicação Organizacional e Eventos na Unaerp, em Ribeirão Preto.
Tenho 30 anos bem vividos, sou solteira, por opção, dos homens (brincadeira) sonho trabalhar com música, uma das minhas paixões.
Odeio rotina e como bom brasileiro, adoro carnaval, rodeio, futebol e “breja” gelada, que alegra ainda mais os meus dias.
Bem é isso espero que gostem das leituras, e sempre visitem este Relicário. A borboleta agrade.
Beijão a todos